Ano após ano, a exploração da "época de Festas" parece iniciar-se cada vez mais cedo e isso merece-me sentimentos contraditórios. Por um lado, há a questão óbvia de estes eventos exigirem marcação prévia e terem um custo que não é, por vezes, trivial: acho justificável a sua divulgação com antecedência suficiente para que os potenciais clientes possam fazer a sua escolha e o seu planeamento.
Já me parece discutível o frenesim comercial. É um pouco excessivo que, em Outubro e com dias que ainda justificavam manga curta, uma superfície comercial já tivesse parte de um piso dedicada a presépios e decorações de Natal. Caramba, ao menos esperem pelo São Martinho...
Parece-me que o comercio precisa de ter algo que chame a atenção, se não tiver um tema, um objectivo ficam à deriva, tentam puxar logo a pessoa para começar a "consumir" o Natal. Como se o Natal hoje em dia não fosse já demasiado comercial, enfim...
Ano após ano, a exploração da "época de Festas" parece iniciar-se cada vez mais cedo e isso merece-me sentimentos contraditórios. Por um lado, há a questão óbvia de estes eventos exigirem marcação prévia e terem um custo que não é, por vezes, trivial: acho justificável a sua divulgação com antecedência suficiente para que os potenciais clientes possam fazer a sua escolha e o seu planeamento.
ResponderEliminarJá me parece discutível o frenesim comercial. É um pouco excessivo que, em Outubro e com dias que ainda justificavam manga curta, uma superfície comercial já tivesse parte de um piso dedicada a presépios e decorações de Natal. Caramba, ao menos esperem pelo São Martinho...
Parece-me que o comercio precisa de ter algo que chame a atenção, se não tiver um tema, um objectivo ficam à deriva, tentam puxar logo a pessoa para começar a "consumir" o Natal. Como se o Natal hoje em dia não fosse já demasiado comercial, enfim...
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